segunda-feira, 16 de outubro de 2017

PROJETO DA OFICINA


Acesse aqui: https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnxhcnF1aXZvc3Byb2ZrbGViZXJ8Z3g6MTZiOGQzMjRhMzFjYjZlNw

Resumo do Artigo II: A formação em novas tecnologias e as concepções e práticas dos professores de Matemática

Resumo: Este artigo foi publicado no Repositório da Universidade de Lisboa, pelos autores, Maria José Bahia Ribeiro e João Pedro da Ponte, em Lisboa na Universidade de Lisboa, no ano de 2000. O presente artigo estuda a influência da formação de professores de Matemática em novas tecnologias nas suas concepções e práticas profissionais. A metodologia é de estudo de casos, sendo as participantes duas professoras de Matemática doensino secundário que frequentaram formação no uso de calculadoras gráficas e duas professoras que fizeram um curso de Cabri-Géomètre. As professoras apreciaram o estilo de formação, baseada em tarefas práticas. A análise dos seus percursos profissionais mostra que a formação teve efeitos mais visível nas práticas no caso das calculadoras, uma tecnologia que teve maior viabilidade de utilização imediata na prática pedagógica. Sugere, além disso, que o efeito da formação nas concepções e práticas dos professores poderá ser mais forte se incluir uma dimensão de experimentação e reflexão sobre a prática e se não ignorar os aspectos organizacionais que envolvem o seu uso nas escolas.

Ribeiro, M. J. B., & Ponte, J. P. (2000). A formação em novas tecnologias e as concepções e práticas dos professores de Matemática. Quadrante, 9(2), 3-26.

RELATO DAS REGÊNCIAS

Acesse aqui: https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnxhcnF1aXZvc3Byb2ZrbGViZXJ8Z3g6Mzg5M2MzZmZlMmI2ODA3Zg

domingo, 17 de setembro de 2017

Relato das Observações

Acesse aqui: https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnxhcnF1aXZvc3Byb2ZrbGViZXJ8Z3g6Mzg5M2MzZmZlMmI2ODA3Zg

Resumo do Artigo I

 Artigo: Novas Tecnologias na aula de Matemática

Resumo: Este artigo baseia-se parcialmente numa conferência integrada no encontro "A Matemática em Exame", realizado na Universidade de Lisboa, em Maio de 1995, escrito pelo autor João Pedro da Ponte. As novas tecnologias computacionais (NT) assumiram um papel de primeiro plano no ensino da Matemática na última década. Este artigo ilustra o partido que se pode tirar, emdiferentes níveis de ensino, de materiais já perfeitamente testados, largamente disponíveis e susceptíveis de generalizada utilização.
Ponte, J. P. (1995). Novas tecnologias na aula de Matemática. Educação e Matemática, 34, 2-7. 

Acesse: http://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/4470/1/95-Ponte%20EM%2034.pdf

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Estágio III: Elaboração do Projeto


Observação e Docência do Estágio














Estágio III - Ensino Médio (Planejamento)

31/08: Caracterização (Fotos)
            Formulário

30/09: Relatos das observações
            Resumo do artigo 1

31/10: Relatos das Regência
            Projeto da oficina
            Resumo do artigo 2

30/11: Relato da oficina (Fotos)
           Relatório Final

15/12: Data Final

sábado, 15 de julho de 2017

Artigo: O USO DE TECNOLOGIAS NA DISCIPLINA DE MATEMÁTICA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL II: DESAFIOS E POSSIBILIDADES DOS PROFESSORES

Acesse o artigo: https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnxhcnF1aXZvc2Jsb2dnZXJwcm9ma2xlYmVyfGd4OjZiM2Y4ZmM2ZTAyYmVhNDc

Resultados

A oficina realizada no Colégio Estadual Petrônio Portella na cidade de Aparecida de Goiânia, realizada durante a disciplina de Estágio II, sob orientação do Prof. Dr. Paulo Alexandre Oliveira, alcançou uma repercussão significativa dentro do corpo docente da referida unidade de ensino, onde podemos explanar o uso de tecnologias no ensino da matemática e geometria no ensino fundamental II, abordando assuntos como a formação continuada de professores, mesmo sabendo que as novas tecnologias já fazem parte desse contexto educacional tão pouco explorado pelo corpo docente devido a sua dificuldade em manusear essas ferramentas tecnológicas. Mesmo tendo observado a grande dificuldade em aceitar determinadas formas de ensinar usando tecnologia, vários educadores participantes dessa oficina demonstraram uma grande aceitação dessa nova forma de ensino, pois saíram com a mente voltada para reforma tecnológica educacional.

Discussão

Foram feitas discussões acerca do uso de tecnologias no Ensino de Matemática e Geometria para o Ensino Fundamental II (6º ao 9ºano), sobre a formação continuada de professores para o uso de novas tecnologias para serem utilizadas na disciplina de Matemática e o seu uso adequado voltado para o pedagógico e melhorar as aulas tradicionais fazendo com que os alunos se interessem mais pelas aulas. 

Referências

Acesse aqui as referências: https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnxhcnF1aXZvc2Jsb2dnZXJwcm9ma2xlYmVyfGd4OjVkODdjOTIxMmIyZjczOGQ

Referencial teórico

Acesse o referencial teórico: https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnxhcnF1aXZvc2Jsb2dnZXJwcm9ma2xlYmVyfGd4OjUzMWNlMTE4ZWM0NTExN2I

segunda-feira, 8 de maio de 2017

RESUMO DO ARTIGO 2

Artigo: A formação em novas tecnologias e as concepções e práticas dos professores de Matemática

Resumo: Este artigo foi publicado no Repositório da Universidade de Lisboa, pelos autores, Maria José Bahia Ribeiro e João Pedro da Ponte, em Lisboa na Universidade de Lisboa, no ano de 2000. O presente artigo estuda a influência da formação de professores de Matemática em novas tecnologias nas suas concepções e práticas profissionais. A metodologia é de estudo de casos, sendo as participantes duas professoras de Matemática do ensino secundário que frequentaram formação no uso de calculadoras gráficas e duas professoras que fizeram um curso de Cabri-Géomètre. As professoras apreciaram o estilo de formação, baseada em tarefas práticas. A análise dos seus percursos profissionais mostra que a formação teve efeitos mais visível nas práticas no caso das calculadoras, uma tecnologia que teve maior viabilidade de utilização imediata na prática pedagógica. Sugere, além disso, que o efeito da formação nas concepções e práticas dos professores poderá ser mais forte se incluir uma dimensão de experimentação e reflexão sobre a prática e se não ignorar os aspectos organizacionais que envolvem o seu uso nas escolas.

Ribeiro, M. J. B., & Ponte, J. P. (2000). A formação em novas tecnologias e as concepções e práticas dos professores de Matemática. Quadrante, 9(2), 3-26.

FOTOS DA OFICINA








terça-feira, 2 de maio de 2017

Resumo da oficina

A presente oficina apresenta as concepções do uso da tecnologia para o ensino e aprendizagem de matemática no Ensino Fundamental, destacando os benefícios do seu uso e o papel do professor. As tecnologias dentro da sala de aula podem proporcionar formas diferentes e prazerosas de interação e de aprendizado. Considerando que todos vivemos em um meio tecnológico, é que se faz necessária a utilização desse recurso desde os anos iniciais. Buscando potencializar o seu uso, é preciso preparar os professores e dar oportunidades para as mudanças que a tecnologia pode trazer para as suas metodologias de ensino. Considera-se o professor como o principal mediador entre os conhecimentos matemáticos, e também um dos grandes responsáveis por possíveis transformações tanto na escola, como na sociedade. Ainda, destaca-se nesta oficina, o desafio da alfabetização matemática e a possibilidade de algumas atividades com os alunos.

Resumo do Artigo 1

         Artigo: Novas Tecnologias na aula de Matemática

Resumo: Este artigo baseia-se parcialmente numa conferência integrada no encontro "A Matemática em Exame", realizado na Universidade de Lisboa, em Maio de 1995, escrito pelo autor João Pedro da Ponte. As novas tecnologias computacionais (NT) assumiram um papel de primeiro plano no ensino da Matemática na última década. Este artigo ilustra o partido que se pode tirar, em diferentes níveis de ensino, de materiais já perfeitamente testados, largamente disponíveis e susceptíveis de generalizada utilização.
Ponte, J. P. (1995). Novas tecnologias na aula de Matemática. Educação e Matemática, 34, 2-7. 
         

terça-feira, 28 de março de 2017

QUESTIONÁRIO ONLINE

QUESTIONÁRIO
1- Como você vê o uso das tecnologias digitais na escola?

A- Uma ótima poção de recursos pedagógicos, atraindo o interesse dos alunos.
B- O uso das tecnologias é muito bom para desenvolver uma aprendizagem mais motivadora.
C- Acredito ser um recurso de grande importância e de apoio no processo ensino-aprendizagem.
D- Vejo que em algumas escolas a tecnologia é pouco usado, por não saberem utilizá-las.
E- É uma forma de aproximar os conteúdos ministrados com algo que desperte o interesse dos alunos.
F- Como uma nova possibilidade de recurso de ensino.
G- Como uma ferramenta importantíssima para a escola. Além de "atrair"o aluno(por ser "novo", "atual"), possibilita ampliar os conhecimentos dos alunos para estas tecnologias que estarão presentes no futuro de todos nós, cada vez mais( a nível profissional e pessoal).


2-Como as instituições de ensino devem se organizar para dinamizar, facilitar e possibilitar a utilização das tecnologias digitais?

A- Buscar usar os recursoas de modo apropriado, sempre em sintonia com a realidade dos alunos.
B- Acredito que isso depende muito mais da política da educaçõa, do que dos próprios educadores. A motivação com certeza começa pelos professores, então a melhor forma é preparar seus profissionais.
C- Como já é feito em várias instituições, tendo um professor responsável, que disponibilize para o professor esses espaços com os devidos softwares, programas, pesquisa para que o aluno possa aproveitar o espaço de aprendizagem.
D- Dando cursos para que os professores se atualizem mais.
E- Primeiro investindo em formação para os profissionais; para que estes recursos sejam usados e aproveitados com tudo que dispõem, de forma correta e útil.
F-Investindo tanto na aquisição de materiais e equipamentos, quanto na qualificação dos profissionais.
G- As instituições, bem como os órgãos municipais(políticos) devem investir na FORMAÇÃO de professores para o conhecimento das TDs e sua correta utilização. Além de ofertar as TDs nas escolas(tanto públicas, quanto privadas) para o uso de todos, sem excessão.


3- Tendo em vista o uso das tecnologias na escola, quais as dificuldades encontradas no âmbito da prática pedagógica? Por quê?

A- Poucos recursos que funcionem de modo efetivo.
B- Máquinas boas para o uso dos alunos.
C-Creio que a falta de informação de alguns professores que usam esse espaço para fazer cópias de livros ou trabalhos já dados em aula.
D- Acho que não tem profissionais qualificados para a área.
E- A "internet" é uma excelente ferramenta, mas os educandos utilizam apenas para jogos e bate-papos.
F- A maioria das dificuldades decorre da falta de maturidade dos alunos quanto ao uso das TDs.
G- Falta de conhecimento no uso das TDs por parte dos professores, o que ocasiona o não uso das mesmas. As vezes, as TDs ficam restritas a determinados setores(por ex.: computadores no LABIN, data-show na secretaria da escola) sendo que limita o seu uso, tanto de alunos quanto de professores. Poucas TDs na escola e muita demanda. TDs desatualizadas.


4- Em que o computador se difere de outros meios de transmissão de informações e como podemos potencializar seu uso no ensino?

A- O computador se difere por ser um meio rápido de obter várias informações, onde o aluno se sinta atuante-participativo na execução das atividades.
B- Bom, no momento ele é um dos recursos mais completos, o aluno pode estar do outro lado do mundo em segundos. Mas daqui a pouco pode não ser mais tão bom assim, daí uma pergunta:- será que realmente o ensino tem que se adequar as técnologias?
C- Porque através dele podemos fazer pesquisas e até ter contatos com pessoas de outros estados e países, aumentando o conhecimento cultural, também podendo usá-lo como ferramenta de apresentação de trabalhos, evitando assim o desperdício de folhas, sendo ecologicamente correto.
D- Porque nele você faz todas as aulas que quiser,podemos abusar do power point.
E- Possibilita o "movvimento" às informações, e deveriam existir mais softwares voltados ao âmbito escolar.
F- O diferencial do computador reside na sua capacidade interativa.
G- O aluno está no "comando", ele pesquisa, lê, resume, interage na internet, se atualiza, digita, aprende a manusear uma máquina, muda de ambiente( não fica só em sala de aula), socializa.


5- Como se dá o uso das TDs no processo de ensino-aprendizagem? É fácil incluir as TDs no processo de aprendizagem? Sua instituição possui recursos para essa inclusão?

A- Não. Fácil não é, pois é preciso criar a cultura do uso dos instrumentos digitais enquanto um meio de obter informações. O uso deve se dar de acordo com as necessidades da escola/alunos.
B- É fácil se tivermos recursos e incentivo para atuar com elas, caso contrário fica bem difícil.
C- As tecnologias são usadas de acordo com o que o professor reserva e pede , claro que sendo uam instituição nem todo o site é liberado, mas na medida do possível tudo que é solicitado , é feito.
D- Sim, não.
E- Atualmente é a melhor conquista no processo de ensino-aprendizagem; pois é algo que já faz parte do cotidiano dos alunos, o que facilita. Minha instituição possui laboratórios para auxílio, mas não é possível incluir TDs em todas as turmas ao mesmo tempo.
F- Não é um processo simples, mas ao mesmo tempo não é impossível, tendo em vista que as TDs podem ser usadas na construção ou fixação de conceitos. A minha instituição dispõe de recursos satisfatórios.
G- Na minha escola possuímos LABIN (Laboratório de informática) com 14 computadores. LATED (Laboratório de tecnologia educacional) com 06 computadores do grupo Positivo. Um data-show da sony e um notebook. Além de uma máquina digital para registrar momentos especiais.


6- Quais as vantagens e as desvantagens de utilizar as TDs no processo pedagógico escolar/acadêmico?

A- As vantagens são: informação atualizada, conexão com realidades locais e outras realidades. Desvantagens: uso inadequado, uso fora da realidade.
B- Facilita a maneira de avaliar, o aluno fica mais motivado.
C- Acredito que só há vantagens, pois as técnologias estão cada vez mais dentro de nossas vidas; a informática está em todo lugar e muitas vezes nossos alunos só tem um contato mais frequente é nas escolas. Por isso, devemos orientar para que o uso seja para o crescimento pessoal.
D- Desvantagens é que não temos professores qualificados. Vantagens é que as TDs são maravilhosas para tudo.
E- Vantagem é a utilização de algo que chame a atenção dos alunos e a desvantagem é a distância que cria entre os alunosxlivrosxcadernos.
F- Vantagem: familiarizar os alunos com o uso das TDs além de "dar vida" a muitos conceitos antes abordados abstratamente. Desvantagens: nenhuma.
G- Vantagens: resposta nº 04. Desvantagens: achar que tudo que está na internet é certo e absoluto; os alunos serem mal assessorados pelo professor na hora da pesquisa e apenas fazer cópias do que está sendo pesquisado; não ter retorno- em sala de aula- do que foi pesquisado no Labin pelo professor da turma; qurem respostas prontas e imediatas nas pesquisas e eles não tem paciência em ler diversos "sites" para aí então poder responder à pesquisa. Desvalorização da Biblioteca da escola para a realização de pesquisas.

METODOLOGIA DA OFICINA

Formação de Professores: uso de tecnologia no Ensino da Matemática

A oficina será expositiva e dialogada, instigando a participação dos docentes, com auxilio de textos, programas e softwares envolvendo os conteúdos, Pois o mesmo dará abertura a leituras e debates, pesquisas, trabalhos em grupos e individuais, utilização de programas voltados a disciplina de matemática e a construção de um blog para a divulgação de conteúdos a serem trabalhados. 1° Encontro (03/03/2017) - Apresentação da oficina, exposição dos conteúdos a serem trabalhados. (Parte teórica). 2° Encontro (10/03/2017) - Uso de jogos e programas matemáticos no computador. (Parte prática). 3° Encontro (04/04/2017) - Conclusão e debate sobre a oficina, resultados da aplicação de cada docente na sala de aula.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

ROTEIRO DA OFICINA 
FORMAÇÃO DE PROFESSORES: USO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DA MATEMÁTICA
Autor: Kleber Gomes da Silva - Estágio II

1. Justificativa:

A oficina com os professores do Ensino Fundamental possibilitam uma maior reflexão por partes dos docentes já que são eles os protagonistas da discussão; o professor atua como um facilitador do conhecimento, instigando os alunos e sempre trabalhando com exemplos de situações que ocorrem no cotidiano, sempre privilegiando o Ensino e Aprendizagem.

2. Preparação:

As oficinas tem a duração de 1 hora / aula, ou seja, 50 minutos, acontecendo no período vespertino. É aconselhável verificar com a direção do colégio a disponibilidade de um espaço específico para oficina (sala de vídeo, laboratório de informática, laboratório de matemática,...). Material necessário: "data show", lap top ou notebook, folhas de papel. 

3. Roteiro da Oficina:

3.1. 1° Encontro (03/03/2017)

Apresentação da oficina, exposição dos conteúdos a serem trabalhados. (Parte teórica)

3.2. 2° Encontro (10/03/2017)

Uso de jogos e programas matemáticos no computador. (Parte prática)

3.3. 3° Encontro (04/04/2017)

Conclusão e debate sobre a oficina, resultados da aplicação de cada docente na sala de aula.







sábado, 14 de janeiro de 2017

Tutorial: Web aula


Trabalho referente á disciplina de Estágio II do curso de Licenciatura em Matemática (Parfor) 6° Período com a orientação do Prof. Paulo Alexandre.

Olá pessoa! Nós preparamos um tutorial para dar algumas dicas para vocês sobre frações equivalentes, iniciando o nosso vídeo com a definição de fração e em seguida trabalhamos com o conteúdo sobre frações equivalentes dando ênfase com atividades explicativas para o público alvo voltado ao 6° ano do Ensino Fundamental II. Logo abaixo vocês terá acesso a  videos com algumas dicas e em seguida  aos jogos onlines para verificação de conhecimento e logo após um exercício online para verificação de conteúdo. 







Sites de Jogos


                            Jogo interativo sobre frações equivalentes com leitura

                            Exercício Online

Acesse aqui: Exercício

Acadêmicos: Elisangela Fabino, Kleber e Olinda

                            

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Atividade avaliativa: Artigo 2

Artigo: As diferentes perspectivas na formação dos adultos: Da repetição à autoformação.

Resumo: Este artigo foi escrito na Revista Brasileira de Educação Básica, pelos autores, Renato Hilário dos Reis e Márcia Castilho de Sales, no estado de Minas Gerais na UFMG, no ano de 2016. O presente artigo faz uma observação sobre várias perspectivas da formação de adultos que foram sendo constituídas historicamente, organizadas após argumentos discutidos a fim do desenvolvimento de conhecimentos e para se chegar a uma Educação Profissional integrada à Educação de Jovens e Adultos. Apesar das variadas formas de formação para jovens e adultos no cenário mundial implantadas nas áreas tecnológicas e científicas, existem ainda uma dificuldade no sistema de ensino para oferecer programas que supra as necessidades e anseios dos jovens e adultos no gerenciamento de saberes em rede e de autoformação.

REIS, Renato H.SALES, Márcia C. As diferentes perspectivas na formação dos adultos: Da repetição a autoformação. Revista Brasileira de Educação Básica, ano 1, n. 1, p. 34 - 38, out./dez. 2016.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

6 TRUQUES MATEMÁTICOS QUE VÃO EXPLODIR SUA MENTE



Resumo Avaliativo de Artigo

Artigo 1: LITERATURA INFANTIL NA ALFABETIZAÇÃO MATEMÁTICA


Resumo: O artigo, Literatura infantil na alfabetização matemática foi publicado na Revista Paranaense de Educação Matemática; realizado na cidade de Campo Mourão no estado do Paraná, no ano de 2016 escrito por: Marisa Rosâni Abreu da Silveira, Kátia Liége Nunes Gonçalves e Carlos Evaldo Santos da Silva. O presente artigo tem como objetivo argumentar a importância da aproximação do ensino da matemática e da literatura nos anos iniciais do Ensino Fundamental dando enfoque as primeiros contatos dos alunos com o mundo das formas e números. A interdisciplinariedade da matemática com a literatura tem uma ligação que contribuem na medida que forem trabalhadas metodologicamente que priorizem a criação de estratégias e argumentos que favoreçam o trabalho coletivo criando um elo entre as mesmas, dando um novo olhar sobre a forma de ensino e aprendizagem dos alunos.

                                                  UFT - PARFOR - MATEMÁTICA